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Nova frustração na Champions mantém Neymar longe dos prêmios individuais

Postado em 05/05/2021 por

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Última chance de brilhar na temporada, Copa América tem peso menor no cenário internacional

eliminação do Paris Saint-Germain na semifinal da Liga dos Campeões interrompeu o sonho do time francês de alcançar o inédito e sonhado título europeu e deixou seus dois principais jogadores, Neymar e Mbappé mais longe da corrida por prêmios individuais na temporada.

Tradicionalmente, o sucesso nas principais competições internacionais alavanca os grandes nomes das equipes campeãs na escolha do melhor jogador da temporada. Foi assim ano passado, quando o polonês Robert Lewandowski ganhou o prêmio Fifa The Best após liderar o Bayern de Munique na conquista da Champions League, da qual foi o artilheiro, com 16 gols, além de levar os títulos do Campeonato Alemão e da Copa da Alemanha, sendo também o goleador das duas competições.

Este ano, ainda não há um favorito disparado. Entre os principais candidatos, desponta o belga Kevin De Bruyne, cérebro do Manchester City finalista da Champions. Destaque de um Real Madrid irregular, Karim Benzema corre por fora, e terá mais chance se o time espanhol superar o Chelsea nesta quarta e chegar à decisão da Champions e, principalmente, se levar o título. Lewandowski aparece na liderança do especial Melhores do Mundo do ge, que acompanha o desempenho dos grandes astros internacionais e terá nova parcial publicada na próxima semana.

Neymar fora do “pódio” nos últimos três Fifa The Best

Ao trocar o Barça pelo PSG em 2017, Neymar saiu da sombra de Messi e assumiu o protagonismo no projeto esportivo do clube francês. Naquela mesma temporada, foi novamente o terceiro no Fifa Ballon D’Or, atrás dos então imparáveis Messi e Cristiano Ronaldo, o vencedor da vez, impulsionado pelo título da Champions com o Real Madrid.

Foi a última vez que Neymar ficou no pódio da premiação da Fifa de melhor jogador da temporada. Em 2018, quando Messi e Cristiano Ronaldo interromperam, enfim, a polaridade que durou dez anos na festa do The Best, pesou contra Neymar a eliminação do Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, e as críticas ao comportamento do brasileiro, especialmente em relação ao exagero nas faltas recebidas e às reclamações com adversários.

Naquele ano, Luka Modric, vice-campeão mundial com a seleção da Croácia e vencedor da Champions com o Real Madrid, foi o escolhido para interromper a década de domínio Messi-CR7. Dessa vez, o tabuleiro está novamente equilibrado, aguardando os movimentos finais da temporada europeia para definir o grande nome do futebol mundial na atualidade.

Fonte: globo esporte

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