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Vereador de Cianorte investigado em esquema de ‘rachadinha’ tem mandato cassado

Adaílson Carlos Ignácio da Costa, o Dadá (Podemos), é acusado de ficar com parte do salário de um assessor, segundo denúncia do MP-PR. Defesa disse que entrará na Justiça para reverter decisão.

Câmara de Cianorte — Foto: Câmara de Cianorte/Divulgação

O vereador de Cianorte, no noroeste do Paraná, Adaílson Carlos Ignácio da Costa, também conhecido como Dadá (Podemos), teve o mandato cassado durante uma sessão extraordinária realizada na terça-feira (27). O parlamentar é investigado em um esquema de “rachadinha”.

Dadá chegou a ser preso, em novembro de 2020, após uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que apura as irregularidades. Ele é acusado de ficar com parte do salário de um assessor.

Os nove vereadores que participaram da sessão votaram a favor da cassação do mandato do parlamentar. Eram necessários sete votos para que Dadá perdesse o mandato.

Segundo a decisão, o vereador foi cassado por improbidade administrativa e falta de decoro. Ele será substituído pela Professora Neuza Casassa (Podemos), que foi eleita suplente.

Dadá estava no quarto mandato como vereador. Ele foi afastado no dia 1º de fevereiro, quando a Câmera instaurou uma comissão para apurar a denúncia.

O vereador também responde a processos na Justiça por conta das investigações.

A defesa informou que irá entrar na Justiça para reverter a cassação do mandato.

Investigações

Segundo o Ministério Público do Paraná (MP-PR), as investigações começaram em julho de 2020 após denúncia anônima. A operação contra o parlamentar e o assessor foi deflagrada no fim de novembro.

À época, Dadá e o assessor foram presos. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) ainda cumpriu mandados no gabinete do vereador.

De acordo com o MP-PR, em uma das apurações, o vereador e o assessor se encontraram e os investigadores flagraram o assessor repassando dinheiro para o parlamentar.

No flagrante, ainda conforme os autos, o assessor afastado do cargo por licença médica foi visto entregando R$ 250 ao vereador, na Câmara.

Ao ser questionado pelos policiais, o assessor disse que, no dia anterior, recebeu R$ 2 mil do vereador para pagamento de despesas e que estava devolvendo os valores pagos.

Fonte: globo.com

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    Data
    28/04/2021
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